
Polícia Civil ainda não concluiu inquérito sobre morte de empresário
Visto em instagram.com — conteúdo original do parceiro
A Polícia Civil de Minas Gerais ainda não divulgou a conclusão de inquérito sobre a morte de Migiber Filipe Fernandes.
O empresário morreu em dezembro de 2025; um caso cheio de mistérios, envolvendo mais três pessoas que foram presas em Ibirité, um furto de armas e o encontro do corpo do empresário na MG 050.
Migiber era dono de uma loja de armas na avenida Jove Soares e de um clube de tiro. Na noite anterior à sua morte, 3 de dezembro, a loja foi invadida e um arsenal foi furtado.
O corpo do empresário foi encontrado ao lado de seu carro, uma Hillux. Ele tinha uma arma na mão, que não chegou a ser disparada, estava com a camisa vestida apenas uma manga e o restante dela, enrolada no pescoço, R$ 1.599,00 em dinheiro, mas o celular não foi encontrado. Não havia sinais de violência, segundo a PM apenas uma marca na cabeça que pode teria sido provocada por uma pancada.
A Polícia Civil agiu rápido e conseguiu localizar na cidade de Ibirité três suspeitos do furto e recuperou as armas, cerca de 40, de diversos tipos. Os três homens foram presos e em depoimentos disseram que o furto havia sido uma simulação por causa de uma dívida de 200 mil reais do empresário que seria paga com as armas. Mas negaram qualquer envolvimento com a morte de Migiber.
Os suspeitos permanecem presos. A defesa de um deles tentou um Habeas Corpus para o cliente, que foi negado. As tentativas da defesa de reverter a prisão em flagrante por medidas cautelares alternativas foram rejeitadas pelas instâncias superiores.
Os laudos periciais definitivos sobre a morte de Migiber constataram que as lesões físicas sofridas pelo empresário foram a causa única e suficiente da sua morte, segundo pesquisa no STJ, Tribunal Superior de Justiça. O exame confirmou que a pancada na cabeça foi letal.
Com o resultado dos laudos a possibilidade de morte natural, como mal súbito, foi descartada.
Esta conclusão levou o Ministério Público e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) a rejeitar os pedidos de liberdade provisória da defesa, mantendo a prisão preventiva dos envolvidos devido à violência real aplicada no crime.
MATÉRIA COMPLETA NO SITE DA GAZETA DE ITAÚNA
Publicado em 18/09/2026
7 visualizações
Mais notícias
Ver mais
@instagram_itaunaalerta
1h
Notícias
Investigação aponta feminicídio em acidente no Santa Mônica
Santa Mônica, Itaúna

@instagram_itaunaalerta
1h
Notícias
Homem furtou pacote em sorveteria no Centro
Centro, Itaúna

@instagram_itaunaalerta
17 a 20 de Setembro
Notícias
Festival Sabores e Saberes tem shows até domingo
Centro, Itaúna

@instagram_itaunaalerta
59min
Notícias
Acidente entre moto e carro na Avenida Manoel da Custódia
Itaúna

@instagram_santanafmitauna
48min
Notícias
Governo prepara MP para proibir apostas esportivas online

@instagram_itaunaalerta
1h
Notícias
Itaúna celebra 125 anos com Festival Sabores e Saberes
Praça Dr. Augusto Gonçalves, Itaúna
