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TJMG valida extinção do mandato de Hidelbrando Neto
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TJMG valida extinção do mandato de Hidelbrando Neto

Publicado hoje
Visto em instagram.com — conteúdo original do parceiro

A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Minas (TJMG) validou ato do presidente da Câmara de Itaúna que extinguiu o mandato de Hidelbrando Neto como vice-prefeito da cidade. O despacho ratificando a decisão legislativa foi publicado nesta terça-feira 13/10.

Hildebrando é alvo da Operação Intrafortis, no âmbito da Rejeito, deflagrada pela PF em setembro do ano passado. Até então, ele vinha se mantendo no cargo por meio de uma decisão judicial de abril.

A origem do caso se remete à ida de Hildebrando ao exterior na noite de 15 de setembro de 2025, no mesmo dia em que teve ordem de prisão proferida pela Justiça e dois antes da ordem ser executada.

O vice-prefeito é acusado pela PF de formar organização criminosa e lavar dinheiro ilegal com recursos provenientes da mineração ilegal.

Hidelbrando, segundo a Justiça, ficou no exterior por mais de 100 dias, inclusive na condição de foragido.

Na Justiça, no entanto, Hidelbrando contestou a legalidade do ato e defendeu que a extinção de seu mandato não passou por procedimento formal prévio, o que teria inibido seu direito de defesa.

- Polícia Federal

Hidelbrando foi alvo da Operação Intrafortis, no âmbito da Rejeito, deflagrada no ano passado, para investigar esquemas de exploração ilegal de minério e obtenção irregular de licenças ambientais.

Segundo a PF, ele teria utilizado a experiência acumulada em sete anos de cargos na Secretaria de Estado de Meio Ambiente – onde foi secretário Executivo e subsecretário de Regularização Ambiental – para facilitar crimes ambientais e atos de corrupção.

Hidelbrando deixou a função pública em 2021 e, meses depois, de acordo com os investigadores, se associou a empresários para atuar no mercado minerário.

O vice-prefeito é sócio da HCRN Assessoria e da Brava Mineração, empresas que, de acordo com a Polícia Federal, funcionavam como estruturas de blindagem patrimonial.

Em agosto deste ano, o vice-prefeito foi indiciado pela PF.

-Outro lado

Em nota enviada a O Fator, Hidelbrando afirma que nunca foi condenado.

Reportagem completa em www.santanafm.com.br

📸 Divulgação Redes Sociais ✍🏻 Por O Fator

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